Depoimentos
O Advogado
Assassinato Irmã Dorothy:
Crime brutal, porém distante de manter um inocente preso!
"somente um insano não reconheceria a brutalidade de deste crime, mais á distância desta brutalidade ao fato de ligarem o meu cliente Regivaldo Pereira Galvão a este crime está muito longe. Sem contar com a forma visivelmente ilegal que fizeram para coloca-lo como culpado".
As polícias civil, federal e a promotoria estavam fazendo uma investigação paralela e sem a presença do advogado, foram ao presídio e colheram um depoimento de Amair feijoli (tato) sendo que dias antes a seu defensor havia peticionado ao Juiz responsável pelo processo, um pedido proibindo tal ato ou seja (Que não ouvissem o Amair Feijoli o Tato sem ordem judicial e sem a presença do defensor). A notificação foi feita pelo Juiz, comunicando as polícias(civis, federal e a promotoria) principalmente considerando-se que se tratava de preso de Justiça, portanto sob a inteira tutela do Estado.
Desrespeitando a notificação foram ao presídio e tomaram depoimento do Tato conseguindo com isto levantar suspeita sobre o nome do Regivaldo. Sendo que em seus outros 3 depoimentos prestados legalmente a Justiça o nome do Regivaldo Pereira Galvão não havia aparecido. Com este ato, por aditamento da promotoria incluíram ao processo, ,es,o estando em suas alegações finais.
Tudo isto se formou em torno da mídia o maior estardalhaço com ampla cobertura, fazendo do povo uma vítima da desinformação chamada "mídia opressora", em que maioria não se tem conhecimento do processo. Mesmo depois de tudo isto, decretaram a prisão do Regivaldo.
Logo em seguida o Tato desmentiu perante o Juiz de Direito e da promotoria de Justiça a idoneidade que antes afirmara clandestinamente. E mesmo assim o TJE-PA Tribunal de Justiça do Pará negou o Hábeas Corpus (responder o processo em liberdade) sendo que o ponte fundamental de alegação para negar-lhe este pedido foi (CLAMOR PÚBLICO) e isto também é ilegal e não previsto em lei. Por isto eu digo que a acusação está construindo o maior erro judiciário da história do Pará, que é pedindo a condenação de um cidadão comprovadamente inocente e sem qualquer prova.
"E eu desafio qualquer pessoa a mostrar uma prova idônea retirada de dentro do processo, capaz de provar a ligação direta ou indireta do Regivaldo a este crime".
OSVALDO SERRÃO
Advogado Criminal
OAB-PA 1.705
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